Madonna tinha apenas um grande sonho quando chegou em Nova Iorque no final dos anos 70: ser uma dançarina de sucesso. Ambição e perseverança já eram, naquela época, palavras de ordem no vocabulário da futura Material Girl. Mas, como nem tudo funciona da maneira que idealizamos, o destino pregou uma peça em Madonna e a desviou um pouco de seu rumo inicial. Na verdade, não foi um desvio, e sim um atalho providencial.

Depois de passar quase dois anos vagando pela Big Apple e morando em espeluncas da pior espécie, o objetivo de tornar-se uma grande dançarina começou a enfraquecer. Foi, então, que a música surgiu e de forma definitiva. Quando se envolveu com o músico Dan Gilroy, Madonna começou a aprender a tocar bateria na sinagoga em que ele e o irmão moravam. Não demorou muito para que ela também aprendesse alguns acordes no violão e, pouco depois, viesse a compor uma canção, 'Tell The Truth'.

Primeiro enfurnada atrás de uma bateria - situação que logo tratou de modificar - Madonna impôs sua presença na banda de Gilroy e conseguiu, finalmente, chegar ao microfone, sua então mais nova ambição. Dançar, é claro, já fazia parte de sua performance no palco. E foi seu carisma que rendeu um convite especial: ser backing vocal do one-hit-wonder Patrick Hernandez e ir para Paris. Entusiasmada com a possibilidade de finalmente iniciar uma carreira, Madonna não hesitou e, mesmo sem aprovar a idéia de se tornar uma nova Donna Summer, aceitou a proposta.

Mas, sua hora ainda não havia chegado. Ao chegar em Paris, Madonna logo tratou de dar um jeito de voltar para Nova Iorque e fazer as coisas à sua maneira. No ínicio de 1980 surgia The Breakfast Club, primeira banda liderada por Madonna. Os tempos ainda era difíceis. Morando no Music Building, em Manhattan, Madonna passou a caçar produtores musicais que ouvissem a sua música. Nesta época, composições como Get Up, Love on the Run e Laugh to Keep From Cryin' eram ensaiadas exaustivamente com Madonna dominando os vocais e uma guitarra. A sonoridade do grupo lembrava muito bandas como Pretenders, Police e Blondie. Não demorou muito para que o nome da banda passasse a ser EMMY e, logo em seguida, desaparecesse sobrando apenas Madonna, é claro, e seu fiel escudeiro Steve Bray.

Em 1981, Madonna já havia composto mais de dez músicas e continuava afoita em busca de um produtor. Depois de uma experiência frustrada com Camille Barbone, gravou as músicas que seriam fundamentais para seu contrato: Everybody, Burning Up e Ain't no Big Deal.

Foi o DJ Mark Kamins que entregou a fita demo de Everybody a Seymor Stein, presidente da Sire Records, em 1982. Nesta época, Madonna freqüentava todos os clubes de NY, como o CBGB, Max´s Kansas City e Danceteria. Nas festas que ia, carregava sua fita demo na esperança que um DJ a tocasse. E finalmente aconteceu. Com o sucesso de Everybody nos clubes, Madonna foi até o hospital onde o Seymor Stein estava internado. Impressionado pela presença magnética de Madonna, o presidente da Sire não pensou duas vezes e a contratou.
Madonna

Com o relativo sucesso de Everybody na noite Nova Iorquina e nas paradas dance no final de 1982, Madonna obteve no ano seguinte carta branca para a gravação de um álbum propriamente dito: Madonna.

O começo dos anos 80 foi um período de grande transformação no mundo da música. O rock dominante nos anos 60 e 70 estava em declínio, a geração hippie já havia perdido forças e o punk questionador e político estava com dias contados.

Nesse cenário, a discoteca estava em alta, e o mundo assistia perplexo às vendas do segundo álbum de Michael Jackson, “Thriller”, que abriu a porta para o caminho por onde Madonna iria seguir, popularizando a dance music e tornando-a um artigo para as rádios e também as pistas.

Com um som easy-going e um pop inocente e despretensioso, Madonna não queria questionar a sociedade ou o sistema, desejava apenas ser especial do seu próprio jeito e conquistar o mundo com seu esforço. Se a jovem não imaginava o quão famosa viria a ser e queria apenas ser ouvida, seu álbum de estréia não a trouxe somente isto e acabou indo muito além: definiu tendências e padrões para o que viria a ser chamado de dance-pop pelos anos a seguir.

Com batidas e arranjos rudimentares o disco nascia mais atual do que nunca, mesclando elementos da black music, punk e pop e se mostrando exatamente o que uma geração inteira queria escutar.

Como sempre, “especialistas” da música e críticos a deram seis meses de vida como cantora mas, mal sabiam eles, o álbum tinha muito mais para provar e mostrar. Se Madonna não tinha a melhor voz e se suas letras eram superficiais demais, o que não faltava para ela e seu disco era atitude e, principalmente, personalidade, o que, no mundo pop, vende uma música como nenhum outro fator.

Mesclando tudo isso, momento perfeito, mistura exata de sons, atitude necessária e irreverente e obstinação de Madonna em fazer acontecer, em julho de 1983 Madonna dava as caras para o mundo sem saber que ele estava para mudar... justamente por causa dela.



Após conseguir o contrato com a Sire, Madonna sabia que tinha que fazer pelo menos um sucesso razoável, para poder dar continuidade ao sonho de se tornar uma superstar; um tropeço no inicio da carreira poderia jogar fora tudo o que havia conquistado até ali, e é ai que entra pela primeira vez a inteligência e o ‘sexto sentido’ de Madonna.

Diz a lenda que Madonna, esperta como sempre, prometeu ao DJ Mark Kamins (produtor do single Everybody) a produção de seu primeiro álbum caso esse conseguisse um contrato para ela mas, quando esse momento chegou, Madonna decidiu que o disco deveria seguir outra direção, o que a levou ao produtor Reggie Lucas, que já havia produzido canções para Roberta Flack, autora da musica número #1 “Killing Me Softly with His Song”.

Madonna e Reggie, juntaram-se a John "Jellybean" Benitez, responsável pela mixagem da maioria das canções do álbum. Nascia então, seu primeiro disco de estúdio.

Com os cantores negros em alta, a DISCO dominando as pistas de dança e um mercado fonográfico quente, Madonna se destacou por trazer uma nova opção de hits dançantes, sendo uma garota ‘branca’ fazendo musicas até então feitas por ‘negros’.

Canções com composições amorosas, questionamentos a parceiros, namorados que não dão valor a suas namoradas, são alguns dos temas de músicas como ‘Boderline’, ‘Think Of Me’ e ‘I Know It’; são canções totalmente POP que grudam no ouvido e no imaginário dos fãs.

O disco foi lançado dia 27 de julho de 1983 com uma Madonna na capa de cabelo curto, olhar sério, várias pulseiras no braço e um corrente em volta do pescoço, um prato cheio para o início da imagem trabalhada de Madonna, sua marca registrada.

Em agosto de 1985 o disco foi relançado no mercado europeu com o título Madonna – The First Álbum e uma capa diferente. Em 2001 foi novamente relançado na versão remasterizada com remixes bônus de Burning Up e Lucky Star.

Curiosamente, o álbum iria se chamar, a princípio, Lucky Star, como a faixa de mesmo nome. Por algum motivo desconhecido o título foi descartado assim como a capa que seria utilizada, mas esta acabou saindo nas primeiras prensagens do LP da África do Sul, mostrando uma Madonna mais loira mas com menos appeal.

Em 2001 o disco foi lançado em versão remasterizada.



O sucesso foi estrondoso. O Álbum tinha apenas 8 canções, das quais 5 viraram sucessos.

‘Everybody’ e ‘Burning Up’, apesar de não terem alcançado boas posições nos charts principais, foram responsáveis pela introdução da cantora no cenário POP, abrindo caminho para os singles seguintes estourarem nos EUA: Holiday (#16), Borderline (#10) e Lucky Star (#4).

O álbum chegou a oitavo da parada americana e alcançou sua quinta certificação de platina (5 milhões de cópias) em 3 de outubro de 2000. No mundo, o disco vendeu até hoje entre oito e dez milhões de cópias segundo estimativas e chegou a posições importantes nas paradas dos principais mercados fonográficos como Reino Unido (#6), França (#8) e Austrália (#10).

Letras leves, dançantes, amorosas, e facilmente decoradas, transformaram a cantora em um ícone na época. O visual das ruas e incorporado com a cultura punk e adereços de Madonna lançou moda e faz surgir as famosas ‘Wannabes’: garotas que se vestiam e agiam como a cantora.

Seu estilo pop, inocentemente ambicioso conquistou uma geração que apreciava ir aos clubs e dançar sem se preocupar com grandes letras, grandes sacadas, e essa simplicidade encontraram no álbum de Madonna. Ponto para Madonna, que parecia desde o início saber dar o que as pessoas queriam.



Madonna vinha da estrada de apresentações em clubes nova iorquinos para promoção do single Everybody, como por exemplo sua suposta primeira apresentação ao vivo no clube Danceteria:

Após o sucesso do single e o lançamento do disco, Madonna começou a percorrer programas de televisão americanos apresentando seus primeiros sucessos, seu visual que começava a pegar e suas coreografias dançantes. É dessa época o famoso programa onde Madonna diz ao apresentador Dick Clark que quer dominar o Mundo.

Nos anos 80 os singles eram bem simples, com fotos cruas, sem nenhum grande efeito, porém tínhamos uma variedade enorme de diferentes capas. Naquela época as capas mudavam bastante de país para país. Mercados distantes como África do Sul e Brasil tinham seus singles com capas exclusivas. Algumas eram repetidas mas com detalhes diferentes.

Holiday chegou a ser lançado com sete capas diferentes dependendo do mercado e o Brasil foi um dos países que teve seu bolachão com arte exlusiva (bons tempos!).

Contudo, as canções não eram remixadas em várias versões como vemos hoje, basicamente os singles vinham com a versão original, uma extended e outra DUB.



Quem viu Madonna em seu álbum de estréia jamais apostaria que ela viraria uma seguidora assídua da alta costura anos depois visto que seu visual traduzia o punk/street com pitadas de acessórios carregados e umbigo a mostra.

Esse foi justamente o grande acerto de Madonna. Seu estilo despojado, formado por correntes longas, pulseiras, brincos grandes nas mais diferentes formas, os cabelos rebeldes e as roupas todas coloridas criou uma identidade instantânea com milhares de jovens, que viam pela primeira vez a chance de se vestir como seu ídolo. Sim, Madonna era uma de nós.

Madonna não tinha o ar iconográfico e intocável das estrelas pop, Madonna não era uma diva, era a garota da discoteca que estava se divertindo muito enquanto mandava todos dançar, cantar e se levantar. Isso criou uma empatia com diversas garotas.

O visual da garota de Holiday gerou tanta identificação e as wannabes eram tantas que logo Madonna lançou a sua grife de roupas, a “Wazoo”, para todas elas seguirem sua musa a vontade.

Madonna representava uma espécie de fusão dos dois últimos movimentos musicais da década de 1970: o punk e a discoteca. Parecia criar um novo estilo, mas, na verdade, estava reinventando o antigo, utilizando muitos cordões, lingerie e maquiagem pesada para compor uma aparência desleixada e sexy que, num ambiente sem padrões definidos e em busca de novos caminhos estéticos como o início dos anos 80, se mostrou completamente oportuno.

O grande feito aqui é justamente esse ser um visual da própria Madonna que o utilizava e adaptava antes de ser famosa. Madonna sempre entendeu de moda e por anos lançou tendências e se vestiu da maneira que todos iriam se vestir meses mais tarde e, no álbum Madonna, isso não foi diferente. Por mérito próprio (e não de um produtor ou estilista contratado qualquer) ela lançou moda e representou as aspirações de milhares de adolescentes.



Reza a lenda que o vídeoclipe de Everybody custou US$ 1.500 apenas. Embora seja de uma simplicidade absurda e, em alguns momentos, tosca, as imagens do vídeo representam bem o clima dos clubes nortunos do começo dos anos 80.

Dirigido por Ed Steinberg e gravado na casa noturna Paradise Garage em Nova Iorque, Madonna surge no palco vestida praticamente como uma cobradora de ônibus meio robusta. O batom vermelho adorna seus lábios. O clipe de Everybody mostrou pela primeira vez o rosto de Madonna. Aparecem no clipe seu irmão Christopher, que fez a coreografia, e sua amiga Erika Bell.

Vale lembrar que a capa do compacto homônimo, lançado em 6 de outubro de 1982, não traz uma foto sequer da cantora, o que na época fez muitos acreditar que se travava de uma cantora negra. Inicialmente mais rock, Everybody ganhou uma roupagem mais dance e é, até hoje, um dos grandes sucessos de Madonna, com o irresistível e interminável refrão "Dance and sing get up and do your thing...".

A canção não entrou na parada americana Hot 100 da Billboard, alcançando pico na 107ª posição. Na parada Billboard Hot Dance/Club Play ficou na terceira posição passando um total de 16 semanas no chart. Na Europa não conseguiu entrar em nenhum dos charts.

Madonna cantou Everybody na Virgin Tour e no The Girlie Show, além de utilizar parte da música na abertura da Blond Ambition Tour. Anos mais tarde, em 2005, voltou a cantá-la durante a turnê promocional do álbum Confessions On A Dancefloor. A música foi incluída na coletânea You Can Dance, de 1987 mas nunca teve um lançamento comercial do clipe.




 

Foi lançado em 9 de março de 1983, o single de Burning Up, além de ganhar um novo vídeo - mais estiloso e menos tosco -, contou com um B-side e tanto: Physical Attraction.

Agora com fotos de Madonna na capa, o compacto de Burning Up obteve sucesso relativo, mas não chegou a emplacar no Hot 100 da Billboard, chegando a terceira posição na parada dance. Foi lançado em diversos mercados mas não teve lançamento comercial no Reino Unido. Na Espanha teve capa exclusiva com o título de “Ardiendo”.

No clipe, Madonna surge loira, com a raiz do cabelo negra, rastejando no asfalto e ardendo em fogo, como sugere a letra da música. Foi filmado em Castaic Lake e na National Forest em Los Angeles e foi dirigido por Steve Barron. Até hoje só teve lançamento comercial no vídeo EP “Madonna” de 1984.

Burning Up fez parte da Virgin Tour (apesar de não ter sido incluída no lançamento do VHS da turnê) e na Re-Invention Tour, onde recebeu uma pegada mais rock. Na cerimônia de introdução de Madonna ao Rock and Roll Hall of Fame em 2008 Burning Up foi cantada por Iggy Pop.

Vale lembrar que a música possui duas versões, a de 12 polegadas - com pegada rock, e a do vídeo, mais eletrônica e dançante.




 

Lançada em 7 de setembro de 1983, Holiday pode ser considerada um de seus maiores sucessos. É a música que mais esteve presente nas turnês de Madonna, não sendo incluída somente no set list da Confessions Tour e provavelmente da Sticky & Sweet Tour.

Quando foi lançada, Holiday teve o precário clipe abortado e substituído por performances de Madonna nos programas de TV American Bandstand, Solid Gold e Top of the Pops, esta última sendo lançada na coletânea promocional inglesa de vídeos It´s That Girl. Vídeos promocionais de Holiday foram lançados em 1991, mostrando a performance da Blond Ambition Tour para promover o lançamento do documentário Na Cama Com Madonna e em 2001, com cenas da Drowned World Tour para promover o lançamento do DVD da turnê.

A faixa ganhou força nas rádios e, como terceiro single, finalmente foi a primeira música de Madonna a entrar no Top 20 do Hot 100 da Billboard, atingindo a 16ª posição. Holiday iniciou a lista de 26 singles consecutivos de Madonna a entrar no Top 20 e também foi o primeiro da longa lista de músicas de Madonna a atingir o topo da parada Club Play. Na parada dance, passou cinco semanas no topo, num total de 17, se igualando a Music e Like a Virgin na lista de músicas de Madonna a ficar mais tempo no topo dessa parada.

No Reino Unido a canção entrou nos charts três vezes: na época do lançamento (#6), em julho de 1985, aquecida pelo sucesso do disco Like a Virgin (#2) e com o relançamento em 1991 para promover a coletânea The Immaculate Collection (#5). Enquanto esteve na segunda posição, em 1985, Madonna também estava na primeira com Into The Groove.

Holiday figura nas coletâneas You Can Dance e The Immaculate Collection e, depois de 25 anos, ainda é uma das músicas mais cultuadas e adoradas pelos fãs da cantora. Quem nunca se pegou cantando numa festa "Holiday, celebrate..." que jogue a primeira pedra.

Abaixo, uma das apresentações:




  Lançado em 15 de fevereiro de 1984, Borderline, um pouco menos dançante, tem como característica aquela voz que muitos disseram ser a de Minnie Mouse no Hélio. Ainda assim, a faixa possui o recorde de ter permanecido exatas 30 semanas na parada da Billboard. Primeiro Top 10 hit de Madonna, Borderline chegou à 10ª posição dos charts, iniciando a lista de 17 músicas consecutivas de Madonna a alcançar o top 10. No Reino Unido, na época de lançamento, o single atingiu a decepcionante posição #56 mas entrou novamente nos charts em 1986 atingindo a segunda posição.

Foi o primeiro vídeo de Madonna sob a direção de Mary Lambert que, anos depois, dirigiria o polêmico Like a Prayer. Filmado em Los Angeles, em Borderline Madonna encarna uma garota sufocada pelo namorado e vê num fotógrafo a possibilidade de tornar-se famosa. Mistura de realidade e ficção, o vídeo foi mais um grande degrau na escalada de Madonna.

Borderline também é até hoje uma das músicas antigas de Madonna que mais tocam no rádio. Foi apresentada ao vivo somente na Virgin Tour mas, ainda assim, cortada sem explicações na edição final do VHS da turnê.

A música figura na coletânea The Immaculate Collection e o vídeo teve lançamento comercial no EP Madonna, nas coletâneas promocionais inglesas It´s That Girl e She´s Breathless e na coletânea de vídeos The Immaculate Collection.





O lançamento de Lucky Star fez tanto sucesso na época que o lançamento de Like a Virgin teve de ser adiado por alguns meses. Por mais que The First Album tenha sido lançado em julho de 1983, o álbum só começou a fazer sucesso nos Estados Unidos de fato a partir do single de Borderline no começo de 1984.

No vídeo, dirigido por Arthur Pierson, de fundo branco, Madonna surge de roupa preta em seu clássico visual Boy Toy, cheia de crucifixos, rendas, bijuterias e aquele laço na cabeça. O clipe, que possui duas versões, extended e a do álbum, apresenta uma Madonna sedutora e doce, ao mesmo tempo.

Lucky Star foi a primeira música da futura material girl a entrar no seleto hall das cinco mais da América, atingindo a 4ª posição e iniciando a lista de 16 músicas consecutivas a atingir o top 5 na Billboard, um recorde que ultrapassa o dos Beatles. No Reino Unido a canção foi lançada em setembro de 1983 e não obteve grande sucesso até março de 1984 quando atingiu o #14 lugar após o sucesso de Holiday.

Recentemente, ganhou roupagem disco, num incrível medley com Hung Up durante a Confessions Tour. A música também esteve presente na Virgin Tour e Who´s That Girl Tour.

Lucky Star é um dos hits da compilação The Immaculate Collection e o vídeo teve lançamento comercial no EP Madonna, na coletânea promocional It´s That Girl e na coletânea de vídeos The Immaculate Collection.

 

 

 

 

Agradecimentos especiais aos Colunnistas: Guilherme Scarpa, Hugo Corradi, Marcelo Teixeira e Mário La Torre Filho.


       
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